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Geraldo Azevedo comemora turnê de 20 anos do Grande Encontro: "Fico feliz em ver novas gerações nas plateias"

16 AGO 2013
16 de Agosto de 2013
Geraldo Azevedo é um dos principais cantores e compositores do Brasil. Em carreira solo ou fazendo parcerias históricas, Geraldo fez hits eternos como Táxi Lunar, Dia Branco e Dona da Minha Cabeça.

O pernambucano também é exímio violonista e construiu um som próprio misturando rock, forró, xote, baladas, reggae e outros ritmos.

Atualmente, Geraldo está em turnê comemorativa de 20 anos do projeto O Grande Encontro, ao lado de Elba Ramalho e Alceu Valença. O grupo, que também já teve Zé Ramalho na formação, tem três CDs na discografia (um ábum de estúdio e dois ao vivo).

Em entrevista exclusiva para o R7, o cantor contou mais sobre os shows com os parceiros, curiosidades da carreira e novidades solo. Leia.

R7 – Como é a emoção de retomar o Grande Encontro após 20 anos?
Geraldo Azevedo — Uma maravilha! Fico muito feliz em ver novas gerações nas plateias. Jovens que estão vendo O Grande Encontro no palco pela primeira vez, indo aos shows com seus pais que viveram há 20 anos uma outra emoção. Muitos casais com filhos e pais vem me contar que casaram ao som das músicas que fazem parte do projeto.

R7 – E qual é o segredo para fazer músicas que ultrapassam gerações?
Geraldo Azevedo — Olha, não tem segredo nenhum. A gente faz com amor e dedicação... e cantamos sempre tentando passar mensagens positivas.

R7 – Existe alguma chance de vocês gravarem um novo CD?
Geraldo Azevedo — Por hora, estamos trabalhando ainda no lançamento do DVD de 20 Anos e na turnê.

R7 – Eu sei que o Zé Ramalho está ocupado em turnê, mas existe alguma chance dele voltar a se apresentar com vocês?
Geraldo Azevedo — Não sei prever isso. Zé é um amigo querido, um músico maravilhoso.

R7 – Como o Geraldo Azevedo descreveria seus amigos/parceiros Elba, Alceu e Zé?
Geraldo Azevedo — Amigos queridos e músicos maravilhosos. Pessoas que fazem parte da minha história de vida, da minha família. O amor é um sentimento que compartilhamos.

R7 – Você fez um disco incrível com o Alceu em 1972. Vocês não pensam em retomar essa parceria para gravar um novo disco?
Geraldo Azevedo — Acabamos de gravar o Grande Encontro - 20 anos, com Elba. Alceu e eu cantamos duas músicas juntos: Moça Bonita e Papagaio do Futuro. Discos eu quero gravar os meus, pois estou com muitas canções prontas de muitos parceiros diferentes.

R7 - Como é o seu processo de composição? Eu tenho curiosidade sobre, por exemplo, Táxi Lunar.
Geraldo Azevedo — O processo de composição varia muito. Algumas músicas são encomendadas, outras chegam com letra ou melodia, às vezes prontas ou começadas. Muitas vezes componho sozinho, letra e melodia. Compus a melodia de Taxi Lunar e mandei pra Zé colocar a letra. Gostei, mas ainda faltava algo. Aí dei pra Alceu, que finalizou perfeitamente.

R7 – Quais são suas lembranças na participação das gravações do disco psicodélico Paêbirú? E o que você acha da redescoberta desse disco de Lula Côrtes e Zé Ramalho, de 1975, até mesmo fora do Brasil?

Geraldo Azevedo — Lembro muita coisa não... Sabe como é? Muita loucura na década de 70 (risos). Brincadeiras à parte, fico muito feliz que as gerações atuais continuem ouvindo o que fizemos décadas atrás, quando éramos jovens. Isso é que nos impulsiona a compor mais, fazer shows, projetos e tudo mais, seguindo nosso ofício.

R7 – Quais são os próximos planos para o seu trabalho solo?
Geraldo Azevedo — Tenho muitas músicas novas e pretendo lançar um disco de inéditas este ano.


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